quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Começar

Acredito que se tivermos paciência em aceitar as verdades, e com disciplina, trabalharmos nossa mente para nos proteger de energias e emoções enviadas por outros, formamos um “escudo do bem”.

E, com as mesmas paciência e disciplina, efetuarmos todos os dias os cuidados necessários para trabalhar nosso corpo – que precisa estar forte e saudável para estes propósitos – e nossa mente com as ferramentas essenciais que a deixarão serena e em paz, que são a meditação, a oração – onde você conversa com seu EU espiritual, ou seja, Deus, em conjunto da prática da fé, e estarmos sempre voluntários e abertos a auxiliar os verdadeiros necessitados, certamente o sucesso espiritual, material e humano não serão algo a se alcançar, mas algo intrínseco à vivência diária e/ou o próprio caminho.

Certamente há uma energia que nos envolve e que pode nos levar tanto para coisas boas, como para as más. Cabe a nós, querer ou não, assistir ao “canal” transmitido por nossos semelhantes mais próximos. Somente com o que escrevi acima, podemos ter o “controle remoto” da “antena” chamada EU.

Isso é válido também para “filmes” que já passaram, não é necessário assisti-los todos os dias, senão acabam se incorporando à nossa rotina e aura. Assista-os todos juntos de uma vez e reescreva sua história, e faça um novo carma, abençoado e sintonizado verdadeiramente ao dharma.

Adendo importante: se todas as pessoas que vão a igreja se salvar ou pedir por si, dedicassem 1 hora de cada semana para auxiliar a quem realmente está precisando de ajuda, não haveriam mais problemas, e viveríamos em paz. E foi isto que Jesus, Buda e outros fizeram, e nós não entendemos seus ensinamentos na essência, eles foram até os que precisavam, levando mensagens de amor, paz, fé e compaixão.

É uma parte inerente ao caminho que todos devem percorrer, auxiliando pessoas que não tiveram educação satisfatória, que não possuem capacidades técnicas e ou intelectuais para mudarem suas vidas, ou seja, os realmente desamparados pelo sistema, e por conseqüência desligados do dharma.

JackZen Walker : : copyright
- Se divulgar favor citar a fonte... :D

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domingo, 23 de agosto de 2009

Principal ingrediente

 “O mais importante ingrediente na fórmula do sucesso é saber como lidar com as pessoas”
Theodore Roosevelt

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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Heroísmo!

“O verdadeiro heroísmo consiste em persistir por mais um momento, quando tudo parece perdido”

W. F. Grenfel

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Prove a existência!

No filme CONTATO, uma cientista busca contatos com vida em outros planetas, e perto do fim do filme um diálogo que valeu por este filme e por quase todos os diálogos já filmados :

- A cientista (Jodie Foster): Deus não existe, prove!

- O palestrante motivacional/filósofo (matthew mcconaughey): Você amava seu pai?

- A Cientista: Sim!!!

- O palestrante: Então prove!!!!!

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Carpe diem!

Uma frase em latim de um poema de Horácio, e é popularmente traduzida para colha o dia ou aproveite o momento. É também utilizado como uma expressão para solicitar que se evite gastar o tempo com coisas inúteis ou como uma justificativa para o prazer imediato, sem medo do futuro.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

100 Sugestões para melhorar sua vida pessoal

Este é o primeiro post das 100 melhorias possíveis sugeridas pela revista Época há 5 anos.
Copie e leia em todo o começo de mês, e "exercite-se" sempre para ter muitos e ótimos resultados. Namastê a todos!

1. Marque na agenda uma reunião com a pessoa mais importante de sua vida: você. Nesse momento só seu, faça o que quiser. Não espere surgir um tempo livre, porque esse tempo nunca aparece.

2. Corra atrás do que quer. Nada acontece por acaso. 'Esperar é desejar sem poder. Mexa-se', ensina o filósofo francês André Comte-Sponville no livro A Felicidade Desesperadamente.

3. Aceite que a vida tem limites. Não dá para querer que o dia tenha 48 horas ou que ele passe mais depressa.

4. Expresse suas emoções materializando-as com palavras. Não colocar para fora conflitos psicológicos pode favorecer o aparecimento de úlceras e gastrites.

5. Pratique o otimismo. Um dos maiores estudos já feitos sobre longevidade mostrou que encarar o dia-a-dia de forma positiva rejuvenesce e garante mais anos de vida. 'Ser negativista não resolve os problemas, mas pode abreviar seus dias', diz o psiquiatra Augusto Cury em Dez Leis para Ser Feliz.

6. Olhe-se no espelho antes de ir para a rua. Veja se está arrumada, com a roupa passada e combinando, o cabelo penteado, e saia de casa confiando ainda mais em si.

7. Não é o que fazemos de vez em quando que conta na vida, mas nossas ações mais constantes.

8. Se não gosta de algum aspecto de sua identidade, por que mantê-lo? O poder de mudar é seu.

9. Faça a diferença na vida de alguém. Dê uma, duas horas de sua semana para idosos de um asilo, crianças numa creche, ensine a empregada a ler ou o motorista a mexer no computador.

10. Tenha compaixão. Segundo estudos do psicólogo David McClelland da Universidade Harvard, o sentimento aumenta a produção de anticorpos. Solidarizar-se com a dor do outro fará você se sentir bem emocional e fisicamente.

11. Saiba o que desejar. 'Um dos obstáculos para atingir a felicidade é querer coisas que não são essenciais para a sua vida', ensina o mestre Dalai Lama em A Arte da Felicidade.

12. Sorria. Isso aumenta os níveis do hormônio do crescimento e da serotonina, responsáveis pelo sistema imunológico e pela sensação de bem-estar. Todos os dias, reserve a pausa do café ou o intervalo na aula de ginástica para dizer bobagens, contar piadas, divertir-se.

13. Venere seu inimigo. 'Na realidade, o inimigo é a condição necessária para a prática da paciência', diz Dalai Lama.

14. Economize palavras. Mais importante que falar é saber se comunicar.

15. Releia os livros dos tempos de faculdade. Ler textos que fizeram parte de sua vida vai fazê-lo lembrar de sonhos, ambições e interesses.

16. Seja seu próprio fã. O alicerce da felicidade é a auto-estima. 'A gente precisa se gostar sem depender do nosso desempenho', ensina o psicólogo Luis Alberto Py.

17. Preserve suas recordações. Faça um álbum com pequenas lembranças, como um bilhete,
o cardápio daquele jantar, o postal de uma viagem, o ingresso de um show. Nada é mais gostoso que reviver os bons momentos.

18. Arranje um animal de estimação. Inúmeras pesquisas já provaram que eles aumentam a auto-estima dos donos e ajudam a relaxar mesmo as pessoas mais estressadas.

19. Seja honesto consigo mesmo. Quem tem de gostar de você é você.

20. Deixe de lado todas as coisas que você começou e não teve tempo para terminar. 'Se não tem 15 minutos do seu dia para se dedicar, elas não são tão importantes assim', alerta o psicólogo Neil Fiore, autor de The Now Habit.

21. Aproveite a internet para encontrar colegas de faculdade e amigos de infância. Mande um e-mail, ligue, coloque a conversa em dia. Muita gente toma decisões importantes na vida depois desse tipo de conversa, que ajuda a lembrar como éramos no passado.

22. Não seja o dono da verdade. Pesquisa da Universidade de Bradford mostrou que 62% das pessoas que se acham sempre com a razão fazem uma ótima avaliação de si mesmas. Por isso, não fazem concessões e vivem com raiva de tudo e de todos.

23. Aproveite o verão e adicione cor a seu guarda-roupa. Levanta o astral.

24. Lembre-se de onde você veio. A internet está cheia de sites de genealogia. 'Conhecer nossos antecedentes, nossa origem, traz um reforço à nossa identidade e nos faz sentir um ser único e original', orienta David Niven, autor de Os 100 Segredos das Pessoas Felizes.

25. Junte-se a um grupo - de teatro, degustação de vinho, leitura ou de sua igreja. Isso desenvolve a solidariedade e torna as pessoas mais seguras.

Sugestões para melhorar sua saúde

26. Medite. Um estudo da Universidade de Massachusetts constatou que a meditação estanca o fluxo de hormônios do stress, reduzindo os batimentos cardíacos e baixando a pressão arterial.

27. Mantenha a forma - mas não a custo de sua saúde. Não adianta fechar a boca, mas ficar anêmico, fazer tanto exercício a ponto de se machucar ou acordar cedo para nadar depois de varar a noite trabalhando.

28. Curta o sol, poderoso inimigo da depressão (mas evite o horário de pico e não esqueça o protetor solar). Tendo cuidado, dá para aproveitar o verão e se reenergizar.

29. Durma e tire o atraso. Desligue o despertador, feche a cortina e deixe o telefone fora do gancho. É fundamental recuperar as horas de sono perdidas na correria da semana.

30. Aprenda a respirar devagar. No trânsito, no escritório, durante uma partida de tênis. Acalma e melhora o poder de concentração.

31. Descubra um hobby. 'As pessoas reclamam que estão estressadas, mas não têm nada que as ajude a esquecer os problemas e se divertir', diz Christian Barbosa, autor de A Tríade do Tempo.

32. Mexa-se.
Descubra um esporte e pratique-o. Além de fazer bem para a saúde, levanta o astral. Liberadas durante o exercício, a serotonina reduz a depressão, a endorfina relaxa e a dopamina garante a sensação de prazer e bem-estar.

33. Beba muita água, tome banhos relaxantes. Segundo a medicina indiana, a água possui um tipo de energia vital - prana - que deixa o organismo mais saudável.

34. Pare de fumar. 'Quando der muita vontade, adie por alguns minutos trocando o cigarro por chiclete sem açúcar, cenoura, pedaço de gengibre ou de canela', diz Heloísa Coutinho, do programa Quit for Life. 'Você vai se sentir mais feliz e bonito sem a ressaca do cigarro, aquele cheiro na roupa, o mau hálito na boca e os dentes manchados.'

35. Queime 100 calorias por dia - um bombom Sonho de Valsa - caminhando apenas 15 minutos. Vale levar o cachorro para passear ou ir à padaria a pé.

36. Tenha frutas, barras de cereal e outras guloseimas light ao alcance das mãos quando bater aquela fome.

37. Guarde espaço para a sobremesa. Dê uma olhada no menu e, se tiver algum doce que lhe deixou com água na boca, pule a entrada, não olhe para os pães e delicie-se sem culpa.

38. Faça suas conexões neurais trabalhar e tenha uma memória de elefante. Ative o cérebro com palavras cruzadas, quebra-cabeças e jogos intelectuais.

39. Abrace quem você gosta. De acordo com estudo da Universidade da Califórnia do Norte, um breve abraço em alguém de quem gostamos reduz pela metade os efeitos estressantes de um dia sobre a pressão arterial e a freqüência cardíaca.

40. Planeje suas férias, faça reservas, comprometa-se a tirar uns dias de descanso. Recente estudo da Universidade de Nova York descobriu que quem tira férias anuais apresenta menos risco de ter um infarto.

Sugestões para melhorar sua vida profissional

41. Que decisões você tomou ou deixou de tomar no passado que influenciam sua vida hoje? Descubra, para decidir se quer seguir o mesmo caminho.

42. Pesquisas mostram que os bem-sucedidos são rápidos em tomar uma decisão, mas demoram para mudar de idéia. Quando fizer uma opção, mantenha-a.

43. Não adianta fazer mais com mais. Faça mais com menos - tempo, verba, pessoal -, e o trabalho será mais valorizado.

44. Esforçe-se, pratique. Não há nada que não se torne mais fácil com o treinamento e a familiaridade.

45. 'Disciplina é liberdade', como já cantava Renato Russo. 'Quem não se planeja está planejado para falhar', comenta Paulo Kretly, presidente da consultoria Franklin Covey.

46. Na liturgia dos head-hunters, existem duas saídas para a satisfação profissional: ou você faz o que gosta, ou descobre que pode gostar do que faz.

47. Organize seu ambiente de trabalho. A bagunça é uma aliada da perda de tempo. Lembre-se de que sua mesa chama-se mesa, e não arquivo. Crie categorias com a ajuda de pastas e gavetas. Através de janelas, coloque ordem na bagunça virtual de seu computador

48. Quanto mais decisões você toma, mais seguro você fica em tomá-las.
Assim como os músculos se fortalecem com exercícios, sua capacidade de decidir também.

49. Mais do que ter objetivos, é preciso escrevê-los. 'Metas que não estão escritas são apenas sonhos', afirma Paulo Kretly, presidente da consultoria Franklin Covey. Use o papel como mapa e saiba aonde ir. Só não vale parar a vida por uma meta.

50. Seja forte e diga alguns 'nãos'. De nada adianta falar sim e não conseguir fazer a tarefa ou se prejudicar. Equilibre urgência e importância.

51. Evolua com o mundo. Preste atenção nas conversas e nos hábitos dos jovens e mantenha-se antenado. 'Essa nova sociedade nos transforma em incompetentes a cada momento', diz o escritor e psicólogo Roberto Shinyashiki.

52. Errar é acertar. Pense no erro como um trampolim para alcançar a vitória.

53. Faça tudo bem feito. 'Por mais que a vida tome rumos diferentes do que você planejou, nunca deixe de depositar suas energias no que você está envolvido', ensina Nívea Basile, educadora do serviço de orientação educacional Vésper Orientado.

54. Não se acomode. 'A insatisfação faz andar para a frente, buscando sempre o melhor. A História se faz porque sempre tem gente se questionando, criando', diz o head-hunter Simon Franco.

55. Tente chegar 45 minutos antes a seu trabalho e sair 15 minutos depois do horário. Use os 45 para dar conta de um grande item de sua agenda. E os 15 para planejar o dia de amanhã.

56. Aprenda a engolir sapos e não se aborreça com tanta facilidade. Nada de ficar remoendo críticas ou se colocando na posição de vítima.

57. Dê um tempo para adaptar-se às mudanças. Não dá para se sentir imediatamente à vontade em uma nova situação.

58. Tenha alguém com quem contar. Profissionalmente, uma rede de
contatos é o caminho para novas oportunidades. Na vida pessoal, é fonte de alegria e de saúde. Estudos da Universidade de Duke revelam que
quem tem amigos e parentes próximos vive mais.

59. Cometeu um erro no trabalho? Não ignore. Admita o erro e siga em frente. Pode parecer mais fácil ignorar, mas, a longo prazo, essa atitude afetará o respeito que os colegas nutrem por você. Mas não passe a semana pedindo desculpas. Você não quer que as pessoas lembrem disso o tempo todo.

60. Atualize seu currículo, mesmo que não esteja procurando emprego. Você se lembrará do que gosta e do que está faltando em sua vida profissional.

61. Não tenha medo de receber críticas. E crie o hábito de elogiar quem merece.

62. Sua receita de felicidade é diferente da seguida por seu chefe e pelo vizinho. Não permita intrusões, e não se intrometa - cada um na sua.

63. Seja mãe. Não amiga, chapa, coleguinha. Mãe tem de ser solidária, aliada, mostrar interesse e torcer pelos filhos. Mas precisa impor regras e limites.

Sugestões para melhorar seus relacionamentos

64. Torça pelo outro.

65. Ame. Diga sempre 'sabia que eu te amo?' e espere ouvir o mesmo. 'Só quem se entrega ao amor é feliz', diz o psicólogo e escritor Içami Tiba.

66. Passe um tempo com as pessoas mais importantes de sua vida.

67. Estar junto para assistir à televisão não é estar junto. Também de nada adianta ter qualidade de tempo quando este 'tempo' é de 15 minutos. 'A família precisa estar unida para se comunicar e cultivar o carinho', afirma a psicóloga e professora Magdalena Ramos.

68. Crie o hábito de todos em casa contarem como será ou como foi seu dia no café-da-manhã ou no jantar. Consagre isso como uma rotina de segunda a sexta-feira.

69. Ceda. Só assim duas partes - marido/mulher; pai/filho; colegas - chegam ao entendimento e conseguem se relacionar bem.

70. Fale para os outros o que deseja - e isso vale para o relacionamento sexual. 'Às vezes, a gente fica infeliz porque não fizeram o que gostaríamos. Mas ninguém tem bola de cristal', alerta Maria Helena Vilela, diretora do Instituto Kaplan de Sexualidade.

71. Não leia nas entrelinhas e nem tente prever como o outro vai se comportar.

72. Não tenha vergonha de pedir ajuda. Ninguém é Super-Homem, Super-Mulher, Super-Pai ou Super-Mãe.

73. Nada é tão ruim que mereça ser levado para a cama. 'O limite para as brigas em casa deve ser a hora de dormir', diz Richard Carlson em Não Faça Tempestade em um Copo d'Água.

74. Que tal convidar os amigos para um joguinho? Faça disso um saudável hábito social e reserva uma noite por semana com a turma.

75. Estimule os sonhos de seus filhos. Se um dia o menino pede uma bateria e os pais não dão, vai achar que eles não acreditam que possa ser um bom músico. Mais velho, quando ele decidir ser médico, essa insegurança vai voltar.

Sugestões para uma vida prática

76. Do limão, faça uma limonada. O vinho que estragou por causa de uma rolha ruim ou simplesmente virou vinagre pode ser usado para cozinhar. Basta que ele seja fervido. O calor mata os microrganismos que causam o odor e sabor desagradáveis.

77. Limpe o armário, a garagem, o porão. Sempre se encontram coisas inúteis para jogar fora e, eventualmente, exorcizar o passado. Ou coisas boas que merecem ser consertadas, o que pode ser divertido.

78. Diminua o tempo em frente à TV. O brasileiro assiste diariamente a três horas de televisão. Experimente reduzir uma hora desse tempo. Ao fim de um ano, terá ganho bons momentos para outras atividades.

79. Estabeleça um prêmio qualquer: um relógio, uma garrafa de vinho raro, um vestido. Agora estabeleça uma meta: parar de fumar, emagrecer 10 quilos, ser promovido no emprego. Quando atingir o resultado, conceda-se o prêmio.

80. Saiba economizar para um grande sonho. Se deixar de comer fora uma noite por semana, economizará cerca de R$ 2.600 ao ano. Descubra os dias de semana em que o salão de beleza oferece desconto, confira as ofertas dos supermercados, troque o táxi pelo ônibus e vá ao teatro e ao cinema nos dias promocionais. Pequenas economias fazem muita diferença.

81. Viaje a dois, saia para jantar, namore. Não adianta culpar a
rotina corrida pela infelicidade do casal. Abra espaço para o romance.

82. Na noite anterior, separe a roupa que vai usar no dia seguinte para trabalhar. Você ganha tempo, escolhe melhor e não fica estressada logo cedo pensando no que vestir.

83. Deixe o creme anti-rugas na cabeceira da cama. Assim, você não fica sem usar mesmo se der sono ou ficar com preguiça de levantar.

84. Não se acostume às cifras vermelhas. Liberte-se das dívidas. Quem se acostuma com o extrato negativo acaba tocando a vida financeira do mesmo jeito, sem jamais conseguir sair do turbilhão.

85. Se tem dois ou mais filhos, pense em ficar sócio de um clube. Sai mais barato que pagar academias de futebol, natação, balé e judô e você não vira motorista tendo de levá-los para cima e para baixo.

86. Estude algum tema que não conhece bem - gastronomia, filosofia, religião ou física - em cursos breves ou livros. Buscar conhecimentos em área totalmente diferente do trabalho e do ambiente em que se vive abre a mente e estimula a criatividade.

87. Assine a newsletter dos jornais brasileiros e internacionais que lhe interessam. Você receberá por e-mail um resumo das principais notícias e poderá escolher o que ler.

88. Use o bloqueio e antivírus de e-mail. Você economiza tempo não precisando apagar mensagens indesejadas, nem deixa de receber informações importantes por ter a caixa de entrada lotada.

89. Explore seu celular e economize. Mensagens de texto são mais baratas que ligações telefônicas. Se o recado for breve, esse é o melhor recurso.

90. Se estiver endividado, reduza seu padrão de vida. Diga a si mesmo que não vai ser sempre assim, mas nessa fase o assunto em pauta é redução. Adie aquisições e renuncie a todo tipo de luxo.

91. Antes de comprar um imóvel, avalie se o bairro é perto de seu local de trabalho e da escola das crianças. Ponha na balança as horas que pode perder no trânsito e não se iluda achando possível evitar o horário do rush.

92. Coloque contas mensais, como as de luz, gás, lixo, condomínio e telefone, no débito automático. Economistas calculam que essa medida economiza duas horas por mês - tempo suficiente para pegar um cineminha ou relaxar numa rede.

93. Faça algo que nunca fez antes: comer peixe cru ou comida tailandesa; ir a uma ópera ou um bingo; saltar de pára-quedas ou fazer rapel. Adote o hábito de fazer periodicamente algo inédito.

94. Quando você compra um computador ou rádio-relógio, recebe um manual. Por que não fazer um manual de sua casa? Assim, quando você for viajar e sua casa ficar sob o comando da sogra, seu celular não vai tocar para você responder a perguntas como onde está a caneleira do filho, o batom da filha e a ração do cão.

95. Desacelere. 'Inclua em seu planejamento diário e semanal 'janelas' em que possa viver sem o relógio', ensina o professor alemão Lothar Seiwert, autor de Se Tiver Pressa, Ande Devagar, best-seller na Europa, recém-lançado no Brasil.

96. Respeite seu relógio biológico. Se o trabalho rende melhor na parte da manhã e você se sente mais disposta para malhar à noite, não faça o contrário.

97. Marque o primeiro horário no salão de beleza e no dentista. Aumenta as chances de você ser atendido pontualmente.

98. Limite suas opções. Quando você for comprar um DVD ou escolher uma academia, procure dois ou três nomes. A mente pode organizar e priorizar apenas certa quantidade de dados.

99. Cuidado com o excesso de informação. 'A questão já não é escolher entre aquilo que é bom ou ruim. Mas conseguir selecionar algo interessante sem sentir culpa por estar deixando muita coisa de fora', ensina o psicólogo espanhol Juan Pozo, autor de Aquisição do Conhecimento.

100. Aproveite os recursos de seu e-mail, como o calendário e a agenda de tarefas. Avisos automáticos para compromissos podem aparecer na tela de seu computador alguns minutos antes do horário marcado.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Prove!

No filme CONTATO, uma cientista busca contatos com vida em outros planetas, e perto do fim do filme um diálogo que valeu por este filme e por quase todos os diálogos já filmados :

- A cientista (Jodie Foster): Deus não existe, prove!

- O palestrante motivacional/filósofo (matthew mcconaughey): Você amava seu pai?

- A Cientista: Sim!!!

- O palestrante: Então prove!!!!!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Sou mais Spinoza

Eis a visão sobre felicidade/desejo de alguns pensadores destacando-se dois entendimentos: um mais pessimista, o de Platão, e um mais otimista, o de Spinoza. A visão platônica pode ser esboçada no pensamento "o que não temos, o que não somos, o que nos falta, eis o objeto do desejo e do amor "

Já para Spinoza, desejo não é falta, é potência. Potência de existir, potência de agir, potência de expressar-se. "O desejo é esta força em nós que nos permite comer com apetite, amar com apetite, agir com apetite." E neste sentido, desejo é expressão.

Desejos

Por que as pessoas sofrem? Fundamentalmente, quando suas necessidades não são satisfeitas: sono, ar, água, alimento, moradia, transporte, segurança, familiação, hospitais, todas elas condições psicobiológicas conectadas à (digna) sobrevivência do ser humano. São produtos e serviços essenciais.
Mas o surpreendente é que tantos há que também sofrem em significativa intensidade simplesmente porque não conseguem saciar desejos: pelo último modelo de bolsa, de sapato, de automóvel, a última moda de vestuário, o restaurante do momento, as marcas de grife, o luxo em evidência. Tais indivíduos ficam como que presos aos desejos, dos quais não conseguem se desvencilhar, e padecem ao não poder realizá-los. É, de forma simplória, o que denominei “necejos”, que serão esmiuçados adiante.
Esses consumidores são motivados por produtos e serviços supérfluos. Todavia, supérfluo não significa, em absoluto, um bem ou serviço negativo; inferior. Significa simplesmente secundário no rol das prioridades humanas. Atente-se para o que Veblen tem a contribuir a esse respeito:

O emprego do termo 'supérfluo' é a certo respeito infeliz. Tal como é empregado na vida cotidiana, traz um timbre de condenação. É usado aqui à falta de um termo melhor, que descreva adequadamente a mesma série de motivos e fenômenos, e não deve ser tomado num sentido odioso, como se implicasse um dispêndio ilegítimo de produtos ou de vidas humanas. De conformidade com a teoria econômica, o dispêndio em questão não é mais nem menos legítimo do que qualquer outro (VEBLEN, 1965, p. 99).

Pode-se chegar a afirmar que o “supérfluo é necessário”. Explicando melhor: uma vida restrita ao necessário tenderia à vida de um mero animal selvagem, não a de um ser humano racional que arquitetou para si inúmeras fontes de prazer, fruto do neocórtex. O que pode ser dramatizado por um trecho de Shakespeare, em Rei Lear (apud BAUDRILLARD, 1995, p. 39):

Oh, não discutam a 'necessidade'! O mais pobre dos mendigos possui ainda algo de supérfluo na mais miserável coisa. Reduzam a natureza às necessidades da natureza e o homem ficará reduzido ao animal: a sua vida deixará de ter valor. Compreendes por acaso que necessitamos de um pequeno excesso para existir?

1. Necessidades, desejos, o essencial e o supérfluo

Observe-se como necessidades e desejos são definidos por um dos maiores especialistas mundiais do marketing, Philip Kotler, em seu livro de referência “Administração de marketing”:

Necessidade humana é um estado de privação de alguma satisfação básica. As pessoas exigem alimento, roupa, abrigo, segurança, sentimento de posse e auto-estima. Essas necessidades não são criadas pela sociedade ou empresas. Existem na delicada textura biológica e são inerentes à condição humana (KOTLER, 1998, p. 27).

E assim conceitua desejos:

Desejos são carências por satisfações específicas para atender às necessidades. Um norte-americano precisa de alimento e deseja um hambúrguer, batatas fritas e uma Coca-Cola [...] Uma pessoa faminta na Ilha Maurício pode desejar mangas, arroz, lentilhas e feijão (KOTLER, 1998, p. 27).

E logo a seguir acrescenta um comentário defensivo eximindo os profissionais de marketing de criar necessidades ou que (em suas próprias palavras) o “marketing induz as pessoas a comprar coisas que não desejam” (p. 28). E como proceder para diferenciar desejos dessas necessidades?
O fato é que as necessidades são relativamente limitadas, universais e objetivamente demarcadas, os desejos são ilimitados, pessoais e subjetivos, sendo sempre uma especificidade das necessidades; uma opção particular do indivíduo. Isso gera a insaciabilidade dos consumidores, pois uma vez que um desejo tiver sido satisfeito, outro já se encontra à espreita.

E são precisamente tais desejos ilimitados à matéria-prima da qual se alimenta a sociedade de consumo para atiçar os consumidores em direção a novos produtos e serviços permanentemente lançados no mercado para aplacar exatamente esses desejos sem fim. Todavia, ao gerar essa cornucópia de produtos à disposição dos consumidores, a sociedade de consumo contribui para dificultar a demarcação das fronteiras entre necessidades e desejos, tornando-as menos nítidas, “embaçando” o conceito da “digna sobrevivência biopsíquica”. Habitação é necessidade. Mas quantos metros quadrados configuram uma residência “digna” por habitante? A partir de que metragem a moradia configura um desejo? Uma habitação de 6,5 metros quadrados seria aceitável? (Não, não é erro de revisão: são seis metros e meio quadrados mesmo...)
Um grupo de ativistas lançou a Small House Society (Sociedade da Casa Pequena) para promover os benefícios ecológicos e econômicos das minimoradias. Os modelos têm preços médios de US$ 40 mil e tamanhos que variam de 6 a 15 metros quadrados. (...) Johnson vive em uma moradia de 6,5 metros quadrados no Estado de Iowa, nos Estados Unidos. A televisão dá lugar a um notebook, alimentado pela bateria. A coleção de discos e CDs foi parar dentro de um tocador de MP3 portátil. (ÉPOCA, Ed.555, 5 jan. 2009, p.44,5)

Alimento obviamente é necessidade: proteínas, vitaminas, carboidratos. Na forma de arroz, feijão, pão, macarrão. Temperados por desejo ou necessidade?
Vestir-se é uma necessidade. Mas de quantas calças ou pares de sapato precisa um indivíduo “para trajar-se de uma maneira 'digna'!”? Provavelmente, dependerá da classe social e de sua profissão, só para citar alguns fatores. O tempo costuma ser outro fator que nubla as fronteiras entre as necessidades e os desejos na sociedade de consumo, porque vários desejos de hoje irão configurar as necessidades de amanhã. O telefone celular era nada mais que um luxo para os brasileiros no início dos anos 1990. Hoje chega a ser uma necessidade para a maioria dos indivíduos, mesmo porque, em virtude do seu baixo preço, ingressou nos domínios de consumo das classes C e mesmo D. Outrossim, o que é necessidade para uma determinada classe social equivale apenas a um desejo para outras inferiores. Indivíduos das classes A e B costumam encarar como necessidade direção hidráulica e ar-condicionado em seus automóveis, o que não passaria de um “mero” desejo nas classes C e D. Pois então é uma missão árdua a demarcação de fronteiras claras e seguras entre necessidades e desejos.

Erich Fromm, em sua clássica obra “Ter ou ser” (1977), caracteriza duas espécies diversas de ter, uma conectada às necessidades, outra aos desejos. A primeira ele denomina “ter existencial”, “porque a existência humana exige que tenhamos, conservemos, cuidemos e utilizemos certas coisas a fim de sobrevivermos. Isso se refere ao nosso corpo, ao alimento, habitação, vestuário e instrumentos necessários a satisfazer nossas necessidades”(FROMM, 1977, p. 94-95). O ter existencial está em contraste com o “ter caracteriológico”, “que é uma tendência ardorosa a reter e conservar o que não é inato, mas que se revelou como consequência do impacto das condições sociais sobre a espécie humana como biologicamente dada”(p. 95).
Uma das mais conhecidas teorias acerca das necessidades humanas é a do psicólogo humanista Abraham Maslow (1954), lembrado por sua hierarquia das necessidades.

Para ele, as necessidades humanas vão num crescendo das mais básicas – as necessidades fisiológicas, envolvendo oxigênio, supressão da fome, da sede, do frio, do sono, do calor e da dor – até as mais “elevadas” – as de auto-realização. Entre esses dois extremos se localizam as de segurançae proteção, em seguida as sociais (de afeição e filiação) e depois as de status, envolvendo reputação, domínio e prestígio.Para Maslow, a necessidade de nível mais baixo deve ser substancialmente satisfeita antes que o sujeito seja motivado pela imediatamente acima.
A teoria ERG[i]é uma espécie de adaptação da hierarquia de Maslow que melhor atende à pesquisa empírica. Elaborada por Clayton Alderfer (1969), da Universidade de Yale, reduz os cinco níveis de Maslow a três: as necessidades de existência englobam as fisiológicas e as de segurança; as de relacionamento correspondem às sociais e a algumas de status e, finalmente, as de crescimento ou desenvolvimento pessoal são similares às de auto-realização.

Uma segunda diferença do modelo de Maslow para a teoria ERG é que esta aceita que mais de uma necessidade pode estar ativada ao mesmo tempo, ao passo que Maslow preconizava uma progressão em que a necessidade de nível mais baixo deve ser substancialmente satisfeita antes de focar o degrau acima.
Outra teoria de necessidades é a de McClelland (1961), a qual está erigida sobre três pilares:

§ Necessidades de realização – enfrentar desafios, superar obstáculos, fazer melhor as coisas.
§ Necessidade de poder – influenciar e controlar os outros; estar no comando.
§ Necessidade de associação – cooperação e aceitação pelos outros.

As necessidades também podem ser classificadas, independendo da teoria, de um modo bem objetivo segundo sua natureza, em viscerogênicas e psicogênicas, sendo as primeiras de premência preponderante.
As necessidades viscerogênicas se originam da carência (de água e de alimentos) e da distensão, que se divide em secreção, como sexo e lactação, excreções, como urinar e defecar, e finalmente evitar danos, como dor, calor e frio. Já as necessidades psicogênicas são em maior número, dentre as quais destaco realização, nutrimento, filiação, aquisição, dominação e autonomia.
Essa classificação das necessidades pode ser ampliada, observando-se que as pessoas se movimentam continuamente entre dois pólos, sempre mediadas por produtos e serviços. O primeiro deles consiste em evitar/sanar dor e sofrimento físico e psíquico, que configura o terreno das grandes e agudas necessidades humanas, que o consumo tenta mitigar, há milênios. Necessidades básicas, universais e muito parecidas para toda a humanidade. Isto é, principalmente água, nutrientes, saúde, segurança, transporte, moradia, vestuário, educação, família e amigos, e a proteção contra frio e calor intensos.

A procura de estimulação prazerosa (gratificação)também constitui uma necessidade humana, universal e materializada pelo consumo (ou as pessoas ficariam restritas ao tédio): conhecer coisas novas, pertencer, criar, empreender, possuir, poder e sentir. Principalmente este último, a premiação dos órgãos dos sentidos: perfumes, beleza, música, estímulos táteis, alimentos saborosos.
É o que se denomina “circuito algedônico”, advindo da combinação dos termos gregos algos (dor) e hedos (prazer), que traz constantemente ao indivíduo informações sobre seu estado presente, e que devem condicionar todo o seu comportamento, de se distanciar da dor e se aproximar do prazer.
Tais condutas foram analisadas pelo psicólogo Frederick Herzberg (1959), que cunhou a teoria da “Manutenção/Motivação”. Para ele, o ser humano vive o seu dia-a-dia entre o equilíbrio e a remoção da insatisfação, por um lado, e o equilíbrio e a busca da satisfação, por outro. Para Herzberg, a insatisfação é removida pelos fatores de manutenção, também chamados de higiene, com base na analogia de que lavar as mãos antes das refeições evita doenças, mas não garante boa saúde. Também podem ser chamados de fatores de “déficit”, pois são sentidos quando de sua ausência. Os fatores que conduzem à gratificação, consoante Herzberg, são chamados motivacionais, ou fatores de desenvolvimento.

Uma vez materialmente satisfeitas as necessidades básicas – aquelas viscerogênicas e psicogênicas recém-listadas, ou mesmo as de Maslow – o sujeito acabará por emprestar mais importância à dimensão simbólica, cultural e prazerosa do consumo, fruto do querer, do que à sua dimensão funcional, fruto do precisar (SLATER, 2002). É o que Eduardo Giannetti, em seu livro “Felicidade”, denomina “bens posicionais”[ii], referindo-se aos que transcendem os “bens primários”, que satisfazem às necessidades humanas (GIANETTI, 2002). Pois um dos principais meios de ser reconhecido pelo outro é o de desejar (e evidentemente possuir) o objeto que também é almejado por esse outro, o que René Girard denominou “desejo mimético de apropriação”.

Pr Mário Ernesto Schweriner - Professor da ESPM - Revista Marketing/Março 2009